O mercado de influência digital no Brasil acaba de atravessar o seu “Divisor de águas”. Com a sanção da Lei nº 15.325/2026, a atividade de influenciador deixa de ser um subproduto do entretenimento para se consolidar como a profissão de Profissional de Multimídia.

Para nós, que operamos em nichos de alta complexidade como a alta gastronomia, o mundo dos vinhos e a cultura dos charutos, essa notícia não é apenas uma formalidade burocrática — é uma vitória da curadoria sobre o algoritmo.

O Peso da Responsabilidade

Durante anos, especialistas e referências mundiais dividiram espaço (e orçamentos) com produtores de conteúdo que tratavam temas sensíveis como meros hobbies. O resultado? Informações errôneas, técnicas equivocadas e um desserviço ao mercado de consumo consciente.

Agora, a regra do jogo mudou. A nova legislação traz a Responsabilidade Civil para o centro do debate. Quem publica conteúdo técnico sem embasamento ou promove produtos de forma irresponsável agora responde juridicamente por isso.

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O influenciador agora deve se tornar um Profissional de Multimídia para atuar com a responsabilidade prevista em lei.

O Novo Cenário: O que esperar?

O mercado passará por uma “seleção natural”. Marcas premium e grupos de luxo buscarão cada vez menos o “alcance vazio” e priorizarão a autoridade técnica.

Como se posicionar neste novo mercado:

O QUE FAZER:

O QUE NÃO FAZER:

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Uma vitória para os especialistas e o mercado consumidor.

A regulamentação profissionaliza o setor e protege o especialista. O amadorismo perde espaço para a ciência do conteúdo. Para quem sempre trabalhou com seriedade, a lei não é uma amarra — é o selo de qualidade que faltava para separar profissionais de entusiastas. No universo de alta gastronomia, vinhos e charutos premium, isso significa mais confiança, melhores parcerias e um consumidor mais bem orientado.

Bibliografia e Fontes de Consulta: